segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Motoviagem Dia 1 de La Rioja a Jáchal

Motoviaje Honda Wave 110cc
La Rioja - San Juan - Mendoza
Dia 1
De La Rioja a Jáchal
14/Abril/2018
Español Castellano/ Português Abaixo \/
Me desperte temprano, un sabado y empece a arreglarme para el tramo de ruta que me esperaba ese dia, estaba soleado y algo caliente aunque a la noche en abril ya se hacian sentir los primeros frios del año. Al salir de La Rioja tuve que conducir con cierto cuidado por La Ruta Nacional 38, dirección sur porque habian algunos animales caprinos sueltos, siempre hay que recordar que el gobierno debe hacerse valer su autoridad, sancionar y no permitir que dejen los animales sueltos pues de tiempos en tiempos suceden accidentes.
Seguindo a Patquia tome rumbo a Ischigualasto por la RN 150, una vez en la provincia de San Juan es de recordar la amabilidad del guardaparque local Marcelo Molina que estaba a cargo de la oficina de turismo de Baldecitos y amablemente me dijo del estado de las rutas sobretodo la 150 que me esperaba, ahí mismo en un costado afuera al lado de la Hondita junto a la sombra aproveche para almorzar un sandwich que traia desde la Rioja. Segui y vino el punto alto rutero de ese dia, la ruta escenica 150 pasando por dentro del parque provincial Ischigualasto, las escenas y el placer de deslizar por sus curvas son sin dudas recomendables, dejo mas detalles audiovisuales en el video en los comentarios de las fotos, luego vino una larga recta de unos 80 kilometros, pase en las afueras de Huaco y segui por el tramo compartido de rutas RN 40 y RN150 a pocos kilometros de Jachal se me acabo la nafta en la ruta y como llevaba por suerte un bidon de 5 litros la cargue ahí mismo y segui, al fin del dia llegue a San Jose de Jáchal, muy linda ciudad, y me instale gratuitamente en su camping municipal, aparte de ser sabado y tener unos cuantos locales bebiendo y escuchando musica fuerte, me instale bajo un arbol un poco mas alejado, prepare mi cena y luego a las 22h me fui a dormir en la carpa.
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Versão Portuguesa
Moto Viagem Honda Wave 110cc
La Rioja - San Juan - Mendoza
Dia 1
De La Rioja a Jáchal
14 / abril / 2018
Acordei cedo em um sábado e comecei a me preparar para o trecho de estrada que eu esperava naquele dia, estava ensolarado e um pouco quente, mas à noite em abril já se sentiam os primeiros frios do ano. Ao sair La Rioja tive que dirigir com algum cuidado ao longo da Ruta Nacional 38, indo para o sul porque havia alguns caprinos soltos, lembrando sempre que o governo deve afirmar a sua autoridade, sancionar e não permitir os animais soltos na estrada por que de tempos em tempos acidentes acontecem devido a eles.
Seguindo para Patquía tomei rumo para Ischigualasto pela RN 150, uma vez na província de San Juan é de lembrar a amabilidade do guarda parque local Marcelo Molina que estava no comando do escritório de turismo de Baldecitos e gentilmente me disse sobre o estado das estradas especialmente a 150, que iria seguir, ai mesmo do lado de fora me sentei a sombra ao lado da Hondinha, e almocei um sanduíche que trouxe de La Rioja.
Segui e veio o ponto alto do dia, recorri a ruta cênica 150 passando dentro do parque provincial Ischigualasto, foi um prazer deslizar ao longo de suas curvas, deixei mais detalhes audiovisuais no vídeo, em seguida, veio um longo trecho de retas de 80 km, passei por fora da localidade de Huaco e segui através das estradas RN 40 e RN150, a poucos quilômetros de Jachal fiquei sem gasolina na estrada e como felizmente levava um bidão de 5 litros de gasolina recarreguei ai mesmo e segui, Já no fim do dia cheguei em Jáchal, uma bela cidadezinha, e me instalei gratuitamente no camping municipal, além de ser sábado e ter uns quantos moradores locais bebendo e a ouvir música alta, montei a barraca debaixo de uma árvore um pouco mais longe, preparei o meu jantar e depois às 22h fui dormir na tenda.
VV VIDEO NO YOUTUBE VV
https://www.youtube.com/channel/UC7WNhxyfxzToqMy7u1gKxhg

link direto ao video > 

Vlog 024 Moto Viagem Honda Wave - De La Rioja a Jáchal



Tramo compartido de rutas RN40 e RN150 próximo a Jachal, San Juan, Argentina.
As 4 fotos que se seguem sao todas da ruta cenica RN150




originalmente extraidos desde a pagina do facebook Carlos Garcia dos Santos - Motociclista Viajante

domingo, 18 de janeiro de 2015

A Grande viagem 2014-2015 Pt 1

Oi, fico devendo um relato sobre o norte da Argentina, no futuro vou escrever sobre, vou aproveitar pra escrever sobre o primeiro tramo da grande viagem que tenho pela América do Sul nessas férias de 2014-2015.
É uma viagem que tenho feito todos os anos e todas as vezes sempre tive a oportunidade de conhecer pessoas maravilhosas com suas histórias de vida diferentes e lindas. Desta vez vou deixar o relato imortalizado por aqui. Vou escrever super correndo e depois eu faço as correções ou deixo tudo corrido mesmo xd
O primeiro tramo da rota, click pra ampliar se necessário
1° La Rioja- depois de um 19 de dezembro de 2014 saio de ai com o objetivo cumprido de finalizar a matéria de fisiologia ter mudado de casa e arrumado tudo com rumo a Córdoba. Sai com meu mochilão enorme e duas caixas de papelão levando 10 litros de azeite de oliva riojano, 10 kg de doce de leite cordobés e um monte de outras lembrancinhas fora uns livros grossos de bacteriologia e parasitologia pra estudar nas férias. 
No ônibus fui ao lado de um senhor catamarquenho que vinha da cidade de Pomán, a principio ele ficou de mal humor porque tirei ele da janela que era meu lugar mas depois eu conversei com ele e acho que com minha simpatia ele ficou bem a vontade, fiquei feliz porque enganei ele, ele pensou que eu era Argentino e eu camuflei bem meu sotaque brasileiro com meu espanhol rio platense hahaha. Em Cruz del Eje já em Córdoba o ônibus quebrou e eu paguei caro por ter esquecido de trazer um agasalho, mesmo sendo verão na madrugada fez um frio intenso...
2° Córdoba- Já em Cba a primeira coisa que fiz foi descolar um hotel bem perto da rodoviária, Bristol, já tinha ficado nele antes, uma espelunca, mas que cai bem no orçamento de um estudante rs.
Tinha um ventilador de teto e o teto baixo, eu liguei ele no minimo, distraído fui trocar de camisa no quarto levantei os braços e BAM enfiei o dedo no ventilador, resultado, cortei meu dedo indicador e quebrei a paleta do ventilador... Coloquei um band aid fui no centro comprei um agasalho tomei café na rua e segui pra rodoviária sem almoçar mesmo, comprei meu bilhete pra Villa General Belgrano. $75, não existe desconto de estudante e sai ônibus de 1 em 1 hora.
Já no ônibus fui curtindo a paisagem linda por sinal dos arredores de Córdoba capital, de uma planicie bem uniforme começaram a surgir leves ondulações o visual das montanhas foi ficando mais marcado e então chegamos ao nosso primeiro destino, já que o ônibus constantemente recebia e deixava passageiros. a cidade se Chamava Alta Gracia, fora o visual legal me chamou a atenção que foi um dos lugares que Ernesto Guevara de la Serna viveu e inclusive existia um museu dele na cidade oque quase me fez deixar o ônibus ali mesmo... Seguindo viagem passamos por muitos pueblitos lindos, me chamaram atenção um grupo de amigos que levavam todo equipagem de pesca, oque acho o máximo, adoro ir pescar com amigos! De plano o terreno já se mostrava bem montanhoso e a paisagem exibiu o máximo de sua exuberância ao chegarmos ao embalse Los Molinos, qualquer lago cercado de montanhas é realmente belo e o dia de verão ajudava muito a deixar o visual belíssimo.
Visual Dique Los Molinos - Córdoba - Argentina
O dique é um lago artificial que lembra em muito uma paisagem de um lago de um bosque patagônico por causa de suas águas azuis e da alta presença de coníferas, visto que o Dique Los Molinos se encontra em latitude -31 e San Carlos de Bariloche já na região dos lagos e bosques patagônicos se encontra a mais de 1000 km ao sul em latitude -41.
Depois do dique a paisagem muda bastante e as sierras de Calamuchita se fazem visíveis em todo seu esplendor, o tempo de viagem é curto até Villa General Belgrano.
Ai chegando uma Argentina me ajudou a me orientar nessa cidade em que nunca estive antes, me alegrou o fato de ela ser estudante de medicina assim como eu.
A cidade de General Belgrano é toda um charme, com um forte viés em arquitetura bávara, a população pelo que pude notar, existem bastantes descendentes de alemães, mas apesar de todas as lojas terem dizeres e saudações em alemão nenhum cidadão soube me responder quando eu lhes falava em alemão, muitos disseram que seus pais ou avós sabiam falar esse idioma, mas eles não. Alias dos antigos descendentes de colonos a cidade tinha uma forte presença de imigrantes de Buenos Aires. Fui muito bem recebido ali, a unica coisa ruim e que ao ter um forte turismo, comer saiu caro... andei bastante, fiz trilhas e gostei do que vi, em nenhum momento me senti incomodado ou inseguro.
Ao fim do dia retornei a Córdoba e a unica coisa que me chamou a atenção no retorno de ônibus foi a beleza das mulheres. Córdoba é o lugar que mais encontrei mulheres bonitas em quantidade em toda minha vida até o momento.
No dia seguinte comecei minha partida rumo a província de Misiones e de aí ao Brasil.
Nessa viagem conheci uma mulher sensacional. Mercedes. Uma médica mendocina que havia se aposentado a pouco tempo e foi toda a viagem me contanto histórias de cunho médico, ela se sentiu muito a vontade porque eu compreendia todas as doenças complicadas que ela tinha conseguido diagnosticar na carreira e falamos no nosso línguajar médico sem os outros turistas nos compreenderem muito bem, me impressionei com a persistencia dela em ser uma uma excelente médica rural no interior de Tupungato e notificar vários tipos raros de tuberculose, e ajudar bolivianos na fronteira norte da Argentina. Que eu me lembre que ela me elogiou e me impressionou foi minha sensibilidade no trato com ela e outras pessoas próximas na viagem e como eu prestava intensa atenção pra coisas simples como um nascer do sol.
Eu perdi o contato com ela em Misiones, coisa que lamento até agora em que escrevo essas palavras.
Vindo até São Paulo eu me restringi a ficar calado e ouvir as histórias de uma brasileira que falava muito no ônibus.
Cheguei em São Paulo no dia 23 de dezembro de 2014 com coisas que pra mim eram raras até então...
Intensa névoa e chuva.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Viagem a Mendoza

Minhas férias de julho não foram lá das melhores, mas o fim delas foi bom por causa dessa viagem!
Alguns meses antes minha amiga, Débora tinha me chamado pra ir conhecer Mendoza mas eu rechacei por achar caro... Até que outra amiga minha foi e disse que era bem barato e isso me animou, eu chamei a Débora, planejamos, fizemos as contas e nos mandamos pra lá!
Dormimos na estrada a caminho.. e chegamos lá pela manhã, deixamos as malas no hostel que a Déb escolheu e dai partimos as ruas. O primeiro dia foi todo de pernadas pela cidade.
Acequia no microcentro da cidade.
Oque de cara me chamou muito a atenção foram as acequias, presentes em todas as ruas da cidade sem exceção. A cidade é completamente arborizada de cabo a rabo, árvores lindas que oferecem sombra sempre, bem verde, embora a história diga que quando os Espanhóis chegaram a aridez dominava o local, com as técnicas de rego artificial e boa distribuição de acequias distribuindo água por toda a cidade, fez com que gerasse uma umidade maior e somado a presença constante de um curso de água permitiu o desenvolvimento como um todo das árvores até o ponto atual. Mesmo sendo inverno as árvores estavam com as folhas bem secas dando uma aparência de outono. No geral me fez lembrar Córdoba só que sem a arquitetura jesuítica, mas as ruas, arvores, pessoas... Lembravam bastante.
Tratamos logo de resolver a excursão de alta montanha prevista para o dia seguinte, pois o objetivo principal da viagem era conhecer essa tal neve!
Passamos por muitas agencias de turismo caçando o preço mais baixo e conseguimos um bom desconto com a indicação de um funcionário de uma loja de aluguel de roupas de esqui, pagamos 330 pesos argentinos cada um por uma excursão de 12 horas, mais 70 pelo traje completo de roupa de neve. Bem depois descobrimos que podíamos fazer o passeio por 300 pesos apresentando um voucher de desconto que distribuem em algumas galerias da cidade... Oooh vale a pena se você leitor pensar em fazer um passeio por lá no futuro, e olha que eu chorei pra caramba por descontos! Abusei da minha frugalidade e reduzi o passeio de 400 pra 330 sendo que com o voucher não tem oque o agente de turismo reclamar estão lá os preços de vários passeios com um bom desconto!
Já programado a excursão fomos conhecer a cidade, andamos pelas ruas do centro e partimos em direção ao parque San Martin a área verde e elevada da cidade. Ao cruzarmos a cidade começou a ventania. Zonda! Mesmo assim seguimos explorando a cidade com o vendaval, como o zonda é quente até andamos pela cidade sem agasalho, o clima de inverno foi embora...
Eu modelito xD e o portão do Pq. San Martin
Além de varias coisas lindas e atrações afinal o parque é GIGANTE oque me chamou a atenção foi a história do portão do parque que é lindo por sinal.
Ele foi encomendado por um sultão turco e feito em uma serralheria escocesa, é... olhando na foto essa beleza com certeza da pra inferir que custou uma fortuna, diz a história que o sultão era muito gastão, no decorrer da sua vida ele gastou toda sua fortuna em excessos e acabou falido e pobre... Morreu e deixou pra trás belezas e dividas, muitos anos depois em um leilão a municipalidade de Mendoza arrematou o portão e hoje você pode ver essa beleza se visitar a cidade.
O parque é realmente muito lindo voltamos para o centro e continuamos nossas pernadas por ai, já ao cair da tarde o vento Zonda parecia ter dado uma pequena trégua, porem as calçadas da cidade ficaram recheadas de folhas grandes e secas das árvores, a Déb parecia sentir prazer ao cruzar as calçadas lotadas de folhas, íamos andando deslizando nossos calçados entre um mar de folhas em qualquer lugar que fosse... Comemos e fomos ajudar uma amiga chilena que estuda conosco, estava de passagem a caminho do Chile e não conseguiu cruzar a cordilheira devido ao mal tempo, uma vez que venta na cidade, lá em cima se observam fortes nevascas. Ela presa no lado argentino acabou nos fazendo companhia de pernadas até o fim do dia e ficando no hostel conosco até que se habilitasse o passo ao Chile novamente.
Já de noite eu tinha meu coração feliz e as pernas doloridas, pela oportunidade de conhecer a cidade e pelas andanças.
No outro dia já levantamos bem cedo e fomos explorar as montanhas. A Excursão começava com o ônibus vindo nos buscar no hostel e dai partindo rumo aos andes, passando por vales e montanhas cada vez mais ganhando altitude e desfrutando de lugares maravilhosos.
Foram lugares realmente muito lindos, o pisar, sentir, respirar, descobrir, desfrutar enfim o VIVER simplesmente não podem ser traduzidos em palavras hahaha.

O da img acima foi bem próximo da puente del inca já a mais de 2500mts de altitude, foi um momento muito especial, que este menino que vos escreve, nascido em um país tropical abençoado por Deus, mas, sem neve permanente rs, enfim conheceu a neve. Meu primeiro contato com neve pra valer, sem contar geada nem temperaturas bem negativas.
Fora isso a experiencia de ver o cume do aconcagua e fazer uma pequena escalada em las cuevas foram para mim muito significantes. Sobretudo a escaladinha até uma casinha de refugio no meio do monte, o pessoal subia até o meio do caminho pra esquiar de trenó e eu fui até la em cima, A Déb veio comigo mas desistiu já no começo com medo do vendaval forte, eu fui sozinho, ventava muito um frio cortante e gelado, reflexo do zonda no dia anterior e por vezes o vento vinha tão violento que levantava a neve e originava o chamado vento branco, me equilibrando todo e subindo até o pequeno e rústico refugio eu senti aquela sensação boa que os alpinistas sentem quando chegam lá em cima, mesmo que fosse uma ladeirinha de menos de 100 metros a visão era mais incrível ainda lá de cima, na descida um vento branco me pegou e foi tão forte mas tão forte que se não fosse uma rocha ali perto eu saia voando rs, ao abraçar a rocha e ficar agarrada nela por um minuto até que o vento aliviasse eu também senti algo estranho mas bom no meio de toda aquela nevasca... como que uma conexão entre mim e o ambiente, é uma coisa que quero escrever pra que toda vez que eu volte a ler esse texto volte a sentir um pouquinho da sensação boa, daquele momento.
Dali de Las Cuevas bem no limite com o Chile a mais de 3mil metros de altitude iniciamos nossa descida retornando rumo a Mendoza que estava a 200km.
Lembra que eu comentei das folhas logo acima? Ao entrarmos na cidade a guia turistica reclamou que a cidade estava suja por umas ou outras folhinhas espalhadas nas calçadas, então eu e a Déb percebemos que a cidade estava era muito limpa comparado ao dia anterior em que se via literalmente um mar de folhas, entre nós discordamos da guia e nos espantamos com a organização e efetividade da cidade, não fosse a guia falar nem repararíamos! Pouco mais de 24h depois que terminou o zonda no dia anterior
Chegamos ao anoitecer e no saldo mais uma vez pra mim foi um dia muito bom, estava feliz!
Como estávamos em uma zona rica da cidade eu e a Déb viviamos de MacDonalds no almoço (porque somos meio caipiras, onde vivemos não há Mc... então aproveitamos). E de noite comíamos um pancho gigante e bem em conta em uma lanchonete próxima do hostel.
No nosso ultimo dia demos mais uma pernada na cidade, compramos a passagem de retorno pra La Rioja, e uma excursão que ocuparia toda a tarde visitando algumas das famosas bodegas de Mendoza e passamos em algumas lojas, uma igreja charmosa... rezamos... coisa que eu nem imaginava mas me fez bem. Almoçamos e sem muita pressa voltamos ao hostel, arrumamos as coisas pois na volta já era pra partir e esperamos a excursão...
O ultimo dia eu diria que foi o dia do turismo nerd e gastronômico, porque nos explicaram tudo, como são elaboradas e fabricadas as coisas e no final degustávamos! Compreendi algumas técnicas de plantio, transplante de ramos de árvores pra troncos antigos que são mais resistentes as pragas aquáticas, proteção dos vinhedos com telas especiais pois as chuvas de granizo no verão são tão agressivas que destroem as plantações, técnicas de desnível de terreno de plantações, a questão da água que o governo só permite uma quota por fazenda e é uma burocracia tremenda pelos direitos (será que será assim no futuro em outras regiões também?).
O passeio custou 170 pesos, se limitou ao município mendocino de Maipú e incluiu uma visita a uma finca de plantações diversas, uma fabrica de azeite de oliva, uma bodega de vinhos brancos doces italianos e uma bodega de vinhos tintos tradicionais.
Eu gostei muito da mulher da finca e da moça que nos explicou na bodega italo-argentina, grudei nas duas e enchi o saco com minha curiosidade sobre tudo haha.
No fim do dia voltamos pra capital, la fomos nós comer o pancho nosso de cada noite rs e rumamos a rodoviária e ao norte rumo a nossa casa.
Na viagem que foi de 3 dias e 4 noites os gastos foram incluindo tudo até passagens
Eu - 1700 Pesos Argentinos ou US$202 (Cotação oficial, não é a blue)
Ela - 1700 Pesos Argentinos ou US$202